segunda-feira, 26 de maio de 2008
SOLA FIDEI, SOLA GRATIA SOLA ESCRIPTURA
“Compareça nesta sexta feira e receba o anel da sorte, o anel que tira todo mal da sua vida".
Em uma outra esquina me deparei com outra cena um tanto quanto parecida com a anterior, uma placa que dizia:
“participe de nossa campanha e receba o sabonete ungido. ”
Em outras palavras, estamos vivendo um tempo em que a apostasia está tomando conta de muitos líderes, pois no afã de angariar membros e ter os seus templos cheios, vemos pessoas fazendo de tudo para alcançar seus objetivos, não importando o meio que utilizarão para atingir suas metas, muitos estão fazendo da casa de oração, um covil de ladrões, vendendo os seus sabonetes, sal e apetrechos espirituais que além de não servir para nada, (paganismo)ainda aprisiona as pessoas, pois os mesmos se sentem aprisionados, pois dependem de tais objetos para alcançarem a graça e o favor divino. Nós como a Igreja do Deus Vivo precisamos urgentemente voltar às origens e buscar o leite puro e genuíno, que é a palavra de Deus, fazendo assim uma reforma em nosso ser. “desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação, obedecendo somente a palavra de Deus.”(1 pe 2:2)
“Vai, pois, e apregoa estas palavras para o lado do Norte e dize: Volta, ó pérfida Israel, diz o SENHOR, e não farei cair a minha ira sobre ti, porque eu sou compassivo, diz o SENHOR, e não manterei para sempre a minha ira;”
“Se voltares, ó Israel, diz o SENHOR, volta para mim; se removeres as tuas abominações de diante de mim, não mais andarás vagueando”. (Jr 3:12;4:1)
Falando em Reforma
Quando afixou suas 95 teses (breve estarei postando-as aqui no blog) na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, em outubro de 1517, Martinho Lutero não poderia supor que seu protesto contra os rumos que a igreja tomara fosse se desdobrar em transformações tão profundas. O pensamento de Lutero motivou uma revolução dentro da cristandade e influencia o mundo religioso até hoje, passados 463 anos de sua morte. O clamor da reforma protestante por austeridade e fidelidade aos preceitos bíblicos soa mais atual do que nunca. É o legado de um homem que decidiu aliançar-se com sua consciência, mesmo que isso implicasse romper com suas convicções.
Sede espiritual
A vida sacerdotal de Lutero poderia ter sido igual à de tantos outros religiosos, não tivesse sido profundamente marcada pela leitura da Bíblia. Ele descobriu o Livro Sagrado na biblioteca do convento dos Agostinianos onde vivia. Até então, seu conhecimento das Escrituras resumia-se a fragmentos proferidos nas Igrejas, insuficientes para aplacar sua sede espiritual. O resultado disso é que em 1511, em visita à Roma, começou a achar que nada do que a Igreja e a tradição religiosa ofereciam como caminho para Deus era eficaz. As relíquias veneradas, os lugares sagrados ou as indulgências para diminuir a pena do purgatório pareceram-lhe tentativas fracassadas de alcançar paz interior e comunhão com Deus. "Será que tudo isto é verdade?", questionava-se Lutero, que por sua devoção e inteligência conquistara respeito e admiração, tanto como sacerdote, quanto como professor.
Seus estudos da Bíblia tornaram-se uma obsessão em busca de respostas. Foi então que encontrou a passagem de Romanos que incendiou sua alma: "O justo viverá pela fé", sentencia a carta do apóstolo Paulo. A partir daí, todos os seus sermões e aulas passaram a conter ensinamentos da Palavra de Deus aplicados à vida das pessoas. Pregava a nova verdade que descobrira, a da justificação pela fé. Seu público crescia cada vez mais, atraído pelo monge que ousava dizer que a salvação não podia ser obtida por obras ou pela compra do perdão de Deus, mas somente pela graça divina.
Protesto
A distância entre a realidade da Igreja e os princípios bíblicos que descobrira revoltava Lutero a tal ponto que resolvera protestar publicamente contra os rumos que Roma vinha imprimindo à fé cristã. Em 31 de outubro de 1517, a Igreja do Castelo amanheceu com as 95 teses pregadas à sua porta. Era costume, na época, afixar opiniões para debate em locais públicos para que os interessados tomassem conhecimento do assunto. Certamente, nada do que já fora publicado poderia causar maior polêmica que os escritos de Lutero. Suas teses foram rapidamente divulgadas por toda a Alemanha e caíram como uma bomba em Roma. Nelas, Lutero afirmava a nulidade das indulgências para perdoar pecados e livrar almas da condenação, contestava o poder da Igreja como mediadora entre os fiéis e Deus e assegurava que todo fiel arrependido era remido de seus pecados através da fé em Cristo. Era o início da reforma protestante, o movimento que iria causar a maior cisão da história do cristianismo.
Lutero pagou caro por desafiar os poderes eclesiásticos. O papa Leão X exigiu sua presença em Roma, de onde certamente não sairia vivo. Autoridades alemãs, contudo, conseguiram que seu caso fosse discutido em seu país, para onde se dirigiram os representantes da Santa Sé. Mas nada fez o Reformador voltar atrás em suas posições. Num ato de desafio, Lutero queimou, na frente de todo o povo, a bula papal que exigia sua retratação. A ruptura definitiva veio em janeiro de 1521, quando o papa decretou sua excomunhão.
Elo comum
Por essa época, o ex-monge já não era apenas um religioso idealista, mas tornara-se um líder nacional. O movimento que iniciara espalhou-se por toda a Alemanha, dando espaço a um grande avivamento espiritual. Como o país passou a gozar de mais liberdade para buscar a Deus, surgiram várias comunidades dirigidas por leigos. A Bíblia, traduzida por Lutero para o alemão, tornou-se acessível aos fiéis. "Se permanecerdes com as Escrituras, sereis vitoriosos", exortava-os o Reformador. Iniciou-se um grande movimento em prol da formação de uma igreja nacional, livre do domínio romano. Mas a liberdade religiosa, de fato, só seria concedida em 1555, quando o imperador Fernando reconheceu o protestantismo como um movimento legal e deu autonomia para que cada príncipe decidisse qual seria a religião de seu território.
Martinho Lutero morreu no dia 18 de fevereiro de 1546, na cidade de Eisleben, aos 62 anos. Suas idéias, contudo, permaneceram. Apesar da oposição e ameaças da inquisição, sua obra espalhou-se pela Europa. O movimento reformista cresceu excepcionalmente em locais como Inglaterra, França, Escócia, Países Baixos e Escandinávia. Séculos mais tarde, missionários oriundos dessas nações levaram o protestantismo à América, África e Ásia. As sementes da Igreja Evangélica mundial estavam lançadas.
Neste ano, quando se completam 450 anos da morte do Reformador, o contexto teológico e a influência da sua obra continuam fundamentais. Para o teólogo Walter Altmann, autor do livro Lutero e libertação (Ed. Ática e Sinodal, 1994), os conceitos principais da obra luterana - justificação pela fé e pela graça de Deus, a prevalência das Escrituras Sagradas sobre a tradição e o sacerdócio universal dos crentes – são reconhecidos por todas as denominações protestantes em sua própria tradição histórica, inclusive, e em larga medida, pelo pentecostalismo. O legado de Martinho Lutero é, por isso, o elo a mais - além da fé comum nas doutrinas fundamentais do Evangelho – entre milhões de crentes no mundo inteiro.
Conclusão
Sola Fidei, Sola Gratia, Sola Escriptura
Tudo que podemos ter ou receber de Deus é:
Sola Fidei “ ...Pela fé em o nome de Jesus, é que esse mesmo nome fortaleceu a este homem que agora vedes e reconheceis; sim, a fé que vem por meio de Jesus deu a este saúde perfeita na presença de todos vós...” (Atos 3:16); “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.” (Rm 1:17); justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, (Rm 3:22); “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Rm 3:28)
Sola Gratia “Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram.” (Atos 15:11)
Sola Escriptura “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim; Nesse meio tempo, chegou a Éfeso um judeu, natural de Alexandria, chamado Apolo, homem eloqüente e poderoso nas Escrituras. (At 17:11; 18:24)
“Porque d’Ele, e por meio d’Ele e para Ele são todas as coisas ”
sábado, 17 de maio de 2008
POR QUE SE FAZ NECESSÁRIO PREGAR O EVANGELHO?
E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!"(Rm 10:13-15)
Quando falamos em pregar o Evangelho, muitas pessoas não dão a devida importância ao assunto, uns dizem que é obrigação do pastor, outros dizem que não tem vocação, enfim, ficando deste modo isentos da responsabilidade que o Senhor Jesus nos incumbiu quando nos chamou para anunciar a sua palavra. Todos nós temos o dever de anunciar o Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, mas para que possamos anunciar de maneira eficaz, precisamos compreender com mais precisão o significado de se pregar o Evangelho em sua totalidade.
1. O QUE É PREGAR O EVANGELHO
Seu significado:
ü Anunciar as Boas Novas (Is 61:1-4) “O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ele seja glorificado. E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração”. (Lc 4:18)
Todos os cristãos são chamados por Deus por intermédio de sua palavra para anunciar as Boas Novas do reino de Deus que acontecerão em breve, e, subseqüentemente, também de Jesus, o Messias, o fundador deste reino, incluindo também a pregação de (sobre) Jesus Cristo que, tendo sofrido a morte na cruz para obter a salvação eterna para os homens no reino de Deus, mas que restaurado \a vida e exaltado \a direita de Deus no céu, dali voltará em majestade para consumar o reino de Deus.
ü Chamar as pessoas para se tornarem lugar de habitação de Deus. (Jo 17:23;24) “eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.”
ü Apresentar a Cristo no poder do Espírito Santo, (At 17:23) “ao deus desconhecido”de tal maneira que as pessoas passem a confiar no Senhor como Salvador e servi-lo na comunhão em uma Igreja.
Existem quatro itens que não podem faltar em um evangelista.
· Ação- Apresentar as pessoas a Cristo
· Poder- do Espírito Santo
· Propósito- Que as pessoas passem a confiar em Jesus como Salvador
· Resultado- Servi-lo na comunhão em uma Igreja.
2. MOTIVOS QUE NOS IMPULSIONAM A PREGAÇÃO DO EVANGELHO
a) Jesus é o nosso único meio de salvação
a universalidade da salvação em Cristo foi um dos motivos mais destacados na vida do apóstolo Paulo. Isso o impulsionou a entregar-se integralmente à obra missionária. As palavras de Jesus afirmam categoricamente o fato de que fora d’Ele não pode haver salvação (Jo 14:6)“ Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” Pedro pregou diante dos fariseus: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (At 4:12)
“O” quando a Bíblia diz que a graça divina de há manifestado, trazendo salvação a todos os homens (Tt 2:11), é porque Jesus, quando consumou a obra redentora na cruz, incluiu todos os homens.
b) Os gentios não conhecem a Deus
O segundo grande motivo que serviu de impulso ao trabalho missionário do apóstolo Paulo foi ele convencer-se de que os gentios não conhecem a Deus (1Ts 4:5). Paulo quando escreveu a sua epístola aos Efésios, afirmou que eles, quando ainda eram gentios, estavam “sem Cristo, não tendo esperança, e sem Deus no mundo” (Ef 1:11,12).
c) Jesus nos ordenou: “Ide”
O terceiro e o mais forte argumento que continuamente constrangia o apóstolo Paulo, era que fora o próprio Jesus quem pronunciara a ordem, determinando que “em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações”.
· A ordem de Jesus destaca a necessidade de levar o Evangelho a todas as nações, porque Cristo na sua morte garantiu o perdão e a salvação para todos os homens “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,” (Tt 2:11)
“Quando o filho de Deus, na cruz estendeu seus braços, Ele não deixou nenhum povo fora da possibilidade de salvação”.
· É, portanto, uma verdadeira coerência de raciocínio que, sendo a salvação um direito oferecido a todos os homens, eles também devem ter o direito de tomar conhecimento desse fato, pois: “Deus quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade” (1Tm 2:4).
d) Temos a responsabilidade pessoal de anunciar o Evangelho
Essa responsabilidade dominava o apóstolo Paulo. Ele mesmo escreveu “me é imposta essa obrigação, e ai de mim se não anunciar o Evangelho!” (1Co 9:16).
Esta responsabilidade pessoal de anunciar o Evangelho foi pela operação do Espírito Santo na vida de Paulo. Cinco operações do Espírito pelas quais o apóstolo foi conscientizado da responsabilidade de realizar seu tão importante ministério missionário:
I. Pelo Espírito de amor (1Jo 5:3)
II. Pelo Espírito de sacrifício (Rm 12:1,2)
III. Pelo Espírito de poder (Cl 2:29)
IV. Pelo poder de Deus que se aperfeiçoou em Paulo para sua inteira dependência d’Ele (1Co 15:10)
V. Pela visão da vitória que sempre acompanha o Evangelho e que incentivou continuamente o apóstolo (1Ts 2:19; Fp 1:21) “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,”
3. COMO NÓS COMO IGREJA LOCAL, PODEMOS OBEDECER AO IDE DE JESUS?
a) Confiando no grande poder de Deus
Devemos entender que o plano de Deus para a igreja, independe de seu tamanho, é a implantação do seu reino por meio da pregação do evangelho a todas as nações. O que faz a diferença é o tamanho do nosso Deus (Jr 33:3; Ef 3:20).“Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós...”
b) Iniciando um movimento de oração
Através da oração, a igreja pode fazer um movimento missionário e atingir nações, a oração é uma arma de longo alcance.
c) Contribuindo financeiramente
Uma Igreja pequena pode fazer muito para missões mediante a contribuição financeira de seus membros, pois Deus não está olhando para o tamanho da oferta, mas para o tamanho do coração da pessoa.
d) Buscando de Deus as estratégias (Rm 15:20)“eforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio;”
(O) quando analisamos a vida do apóstolo Paulo, podemos encontrar três características que poderão e deverão ser partes integrantes da nossa vida espiritual também, a saber:
· Compromisso: “esforçando me”
Paulo usa o verbo esforçar-se filotimeomai philotimeomai, que pode ser traduzido por :
ser movido pelo amor, honra, esforçar-se por fazer algo acontecer
esforçar-se ardentemente, torná-lo seu objetivo.
Para Paulo a pregação do evangelho não era apenas uma obrigação ou um modismo, mas o resultado de um compromisso sério com a pessoa de Cristo.
· Coordenação: “esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio”.
Osvaldo Smith afirmou: Por que alguém deveria ouvir o evangelho duas vezes, quando há pessoas que não ouviram nenhuma vez?
O próprio Jesus afirmou em Mateus 7:6: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.”.
· Cooperação: “para não edificar sobre fundamento alheio;”.
A terceira frase do apóstolo Paulo neste versículo indica seu trabalho em cooperação com outros irmãos, infelizmente um dos grandes problemas da igreja hoje é a falta de respeito ao trabalho de outro irmão, devemos implantar o reino de Deus e não as nossas denominações, pois quando colocamos nossas denominações em primeiro lugar, temos alguns prejuízos que são:
· Mau testemunho para a comunidade local
· Trabalho em vão
4. TODOS PODEM
Não importa o tamanho da Igreja, sua capacidade acadêmica, todos podem fazer mais pela obra de Deus.
TODOS PODEM orar por missões em todo tempo
TODOS PODEM ampliar sua visão do mundo
TODOS PODEM trabalhar em Jerusalém, Judéia e Samaria. A Igreja deve ter meta de fundar novas obras onde ainda não há testemunho de Cristo
TODOS PODEM oferecer mais para o evangelismo e as missões.
TODOS PODEM orar para que Deus desperte Obreiros para a grande seara de Deus.
Todos os textos citados são da tradução de João Ferreira de Almeida versão revista e atualizada (ARA).
"porque d'Ele, e por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas"
I. Romanos 11:36 Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!Capacita-nos com os seus frutos
A Queda e suas conseqüências
O capítulo 2 de Gênesis apresenta-nos um belo quadro da vida do homem no jardim do Éden. Tudo era muito bom; não obstante a cena se alterava radicalmente no capítulo 4, pois agora os homens conhecem a inveja, o ódio e a violência. Como começou a maldade e todo sofrimento no mundo? A única resposta satisfatória da origem do mal, encontra-se no capítulo 3, pois relata como o pecado entrou no mundo e como tem produzido conseqüências trágicas e universais.
Vejamos agora os seis passos da queda do homem.
ver
cobiçar
esconder
transmitir
morrer
(cap. 3:7-25- ao ceder à voz de satanás, o homem escolheu agradar a si mesmo, desobedecendo deliberadamente a Deus)
Conseqüências da queda
a) Adão e Eva conheceram pessoalmente o mal: seus olhos “foram abertos”. As mentiras de satanás estavam entrelaçadas com um fio de verdade, conheceram o bem e o mal, por sua própria experiência pecaminosa e contaminada. A consciência deles despertou um novo sentimento de “culpa e vergonha”.
b) Interrompeu-se a comunhão com Deus, então fugiram da sua presença. Essa é a morte espiritual e cumpre no sentido mais profundo, a advertência de que o homem morreria no dia em que comesse do fruto proibido (2:17).
c) A natureza humana corrompeu-se e o homem adquiriu a tendência para pecar já não era mais inocentes como uma criança, mas a sua mente havia se sujado e ele sentia vergonha de seu corpo, lançou a sua culpa nos outros, pois Adão chegou a insinuar que a culpa era do próprio Deus, “...a mulher que tu me deste...” Este é o pecado original ou a natureza decaída do homem.
d) Deus castigou o pecador com dor e sofrimento, a mulher sofreria dores de parto e estaria sujeita ao seu marido.
Veneno na fonte
O pecado não é outra coisa do que a presunção de que poderíamos viver sem Deus. Esse pensamento “posso viver sem Deus” é o veneno na fonte da vida humana. Dali tudo se contamina “ser como Deus” não quer dizer que se afirme a própria divindade, antes, significa que se cobiça a independência de Deus
Separação global
Por causa da queda histórica, o homem em primeiro lugar está separado de Deus (daí os problemas espirituais); segundo, está separado de si mesmo(daí os problemas psicológicos da vida); terceiro, está separado do homens (daí os problemas sociológicos da vida); quarto, está separado da natureza (daí os problemas ecológicos); e tudo isso precisa de cura
Francis A. Schaeffer(1941-1984). Ex Gnosticista convertido ao Evangelho, Pastor e Escritor
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Conhecendo o Jesus da Bíblia (final)
- Em Colossenses ele diz "... O Cabeça da Igreja..."
"Ele é o cabeça da Igreja, do corpo. Ele é o princípio, o primogenito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia "
- Em 1 Tessalonissenses ele diz "...O Senhor que virá..."
"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro..."
- Em 1 Timóteo ele diz "...O Bendito e único soberano..."
"...A qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos Reis e Senhor dos senhores..."
- Em Tito ele diz "...O Redentor..."
"...O qual a si mesmo se deu poor nós, a fim de remir-nos de toda a iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo zeloso e de boas obras..."
- Em Hebreus ele diz "...O autor e consumador da nossa fé..."
"...Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus..."
- Pedro O descreve como:
"O Filho do Deus Vivo" (mt 16:16)
"A única fonte da verdade" (Jo 6:68)
"O Pastor e Bispo de Nossas almas" (1 Pe 2:25)
- João O descreve como:
"A Testemunha Fiel" (Ap 1:5)
"O Alfa e o Ômega" (Ap 1:8)
"O Leão da tribo de Judá" (Ap 5:5)
"O Cordeiro e Deus" (Ap 17:14)
"A Palavra de Deus" (Ap 19:13)
"Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Ap 19:16)
"...Porque d'Ele, e por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas..."
terça-feira, 13 de maio de 2008
conhecendo o Jesus da Bíblia (cont.)
gostaria de continuar falando sobre aquele que foi, é e sempre será o maior nome de todos os tempos Jesus de Nazaré
- Descrição paulina de Cristo
- Em Romanos Ele diz "..O Pacificador.."
- Em Coríntios ele diz "..O Senhor da glória.."
- O único alicerce
- O destruidor da morte
- Em Gálatas ele diz "...o libertador..."
- Em Efésios ele diz "... O exemplo supremo da maturidade..."
- Em Filipenses ele diz "... O prêmio supremo na luta da vida..."
"Por que d'Ele, e por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas!
Que Deus abençõe a todos e até a próxima
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Conhecendo o Jesus da Bíblia
quando falamos de assuntos religiosos, uma das coisas mais importantes é justamente falar acerca do fundador de tal religião, qual foi a sua contribuição, seja no âmbito moral, ético ou espiritual para com a humanidade, com sou cristão, gostaria de falar um pouco sobre o que a Bíblia Sagrada nos diz acerca deste homem chamado Jesus de Nazaré.
- descrição sinótica de Cristo
- Mateus diz "O Messias soberano" é chamado de rei no Evangelho de Mateus oito vezes
é chamado filho de Davi nove vezes
Mateus quis enfatizar em seu Evangelho a messianidade de Jesus, (pois estava escrevendo aos judeus que esperavam o Messias)
- Marcos diz '' O que faz maravilhas"
Para Marcos, Jesus é o operador de milagres e servo incansável de Deus e dos Homens, demonstrando assim a sua divindade e compaixão com obras poderosas de misericórdia e de ajuda àqueles que o buscam
- Lucas diz "O amigo dos pecadores e desprezados"
veio buscar e salvar o que se havia perdido (vide as histórias do bom samaritano, da ovelha perdida, do filho pródigo, do fariseu e do publicano, de Zaqueu e do ladrão arrependido)
falarei ainda sobre a descrição paulina, petrina e joanina de Cristo, mais será da próxima vez.
que Deus abençõe a todos!!!!
"por que d'Ele e por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas''
sábado, 10 de maio de 2008
Prisioneiro do amor de Cristo
quando eu me converti, no ano de 1999, eu passei por algumas circunstancias eram no minimo, estranhas, pois conheci a Jesus em uma denominação muito tradicional no que diz respeito a usos e costumes, e me sentia como um prisioneiro, (ouvia sempre o pastor pregar sobre a libertação que Cristo conquistou na cruz), mas por outro lado eu me sentia prisioneiro dos dogmas daquela denominação,.."não use bermudas, não jogue futebol e coisas do tipo".Pensei em desistir do Evangelho, pois estava preso a um jugo que Deus não havia me imputado, Jesus não havia dito em algum lugar da Bíblia "...o meu jugo é suave e o meu fardo é leve..."? Não conseguia compreender estas coisas.
Foi quando num belo dia me deparei com outro trecho nas Sagradas Escrituras que mudou o meu pensamento. Era o Apóstolo Paulo afirmando algo que mudou o meu conceito de cristianismo:
"...eu, Paulo, Prisioneiro de Cristo por amor de vós..."
...considero todas as coisas como refugo por causa de Cristo.."
Hoje eu compreendo que sou livre, pois Cristo me libertou, mas, faço minhas as palavras do Apóstolo Paulo:
Eu entrego a minha liberdade nas mão do senhorio de Cristo.
eu escolho ser Prisioneiro do amor de Cristo
"por d'Ele e por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas"




